(Galv)- Quer dizer que há mercenários na polícia?!
(S.H.)- Exato. Se a polícia realmente estivesse trabalhando sozinha, essa guerra já estaria ganha. Eles tem ajuda de alguém. E você vai descobrir de quem.
(Galv)- Como?!
(S.H.)- Você é um profissional! Se vire! Quero que você infiltre o prédio, e descubra quem, ou o que está por trás disso. Não aceitarei f...
Me viro antes dele terminar sua ladainha, ele grita pra mim, me mandando voltar. Pego minhas pistolas, e alguns brinquedos a mais, e vou em missão.
Bruce deve estar junto deles. Se for assim, vou acabar com isso pessoalmente.
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Pelos telhados.
Pelos becos.
De janela em janela.
Quanto mais ando, mais parece que esse prédio está longe, nunca chego nele...
Quando de repente, vejo o que parece ser Mona, sendo presa. Me destraio.
Um erro.
Um erro fatal.
Algo me acerta na cabeça.
Apago.
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Quando abro os olhos, vejo uma sala velha, feita de blocos retangulares. A sala é mal iluminada e suja, não consigo me mexer, a única coisa que vejo é uma enorme parede na minha frente.
Pelo jeito, não há niguém na sala. Minha cabeça dói.
Estou amarrado num tipo de tábua de tortura. Braços e pernas esticados e amarrados, em forma de estrela.
Tento me soltar, não adianta muito. Estou fortemente amarrado. Minha cabeça ainda dói.
Fico ali uns 15 minutos, até que alguém chega. Pelo barulho dos passos, parece que esse alguém é uma mulher... Não, uma mulher e um homem... Eles chegam na minha frente, minha vista está embaçada, mas consigo reconheçer o homem.
É Bruce.
(Bruce)- Olá Sr. Adolescente Rebelde que não sabe ser discreto. Você realmente acha que ninguém notaria um porra-loca pulando por ai tomando cuidado para não ser pego? Eu te conheço, sei seus metôdos, você é ingenuo ainda. Por isso está aqui. Por isso vai me dizer tudo que quero saber.
A mulher usa uma máscara de couro. Está vestida como uma sadomazoquista. Aquelas pernas não me são estranhas...
(Bruce)- Melhor, você contará para minha amiguinha aqui. Boa sorte garoto.
Ele sai do meu campo de visão. Ficamos eu e a mulher.
(Mulher)- Vamos começar?
Ela começa a puxar meus braços e pernas... E começa a me fazer perguntas... Só consigo pensar em Mona, ela foi presa... Ou até pior... Eu sabia que algo aconteceria, mas tão cedo?
(Mulher)- Para quem você trabalha?
Cada vez que ela fala, sinto Mona mais perto de mim...
(Mulher)- PARA QUEM VOCÊ TRABALHA?
Dor... Muita dor... Mona...
(Mulher)- PARA QUE...
MONA!
(Mulher)- ...?
Por sorte, esses idiotas foram burros o suficiente para me prender com cordas, a mulher puxou muito, a resistência delas está no fim, e os aparatos de metal ajudam no corte. Perfeito.
Mando meus braços para frente, arrebento as cordas que prendiam meus braços. Minhas mãos descem em direção ao pescoço da torturadora, que quase solta um grito de medo, que é sufocado pela supresa e por minhas mãos.
(Galv)- Você!
(Mulher)- Ca... Cof...
(Galv)- Realmente pensou que podia me enganar?!
(Mulher)- E... De...
(Galv)- Me solte, ou morrerá agora.
Solto ela. Ela pega uma lâmina e corta as cordas... Sinto minhas pernas voltando ao lugar...
(Mulher)- Eu... Eu...
(Galv)- Começe tirando a máscara... Mona.
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