sexta-feira, 14 de março de 2008

Galv - Batalha na cidade velha - Parte 5

(Galv)- Quer dizer que há mercenários na polícia?!
(S.H.)- Exato. Se a polícia realmente estivesse trabalhando sozinha, essa guerra já estaria ganha. Eles tem ajuda de alguém. E você vai descobrir de quem.
(Galv)- Como?!
(S.H.)- Você é um profissional! Se vire! Quero que você infiltre o prédio, e descubra quem, ou o que está por trás disso. Não aceitarei f...

Me viro antes dele terminar sua ladainha, ele grita pra mim, me mandando voltar. Pego minhas pistolas, e alguns brinquedos a mais, e vou em missão.

Bruce deve estar junto deles. Se for assim, vou acabar com isso pessoalmente.

--

Pelos telhados.
Pelos becos.
De janela em janela.

Quanto mais ando, mais parece que esse prédio está longe, nunca chego nele...

Quando de repente, vejo o que parece ser Mona, sendo presa. Me destraio.

Um erro.

Um erro fatal.

Algo me acerta na cabeça.
Apago.

--

Quando abro os olhos, vejo uma sala velha, feita de blocos retangulares. A sala é mal iluminada e suja, não consigo me mexer, a única coisa que vejo é uma enorme parede na minha frente.

Pelo jeito, não há niguém na sala. Minha cabeça dói.

Estou amarrado num tipo de tábua de tortura. Braços e pernas esticados e amarrados, em forma de estrela.

Tento me soltar, não adianta muito. Estou fortemente amarrado. Minha cabeça ainda dói.

Fico ali uns 15 minutos, até que alguém chega. Pelo barulho dos passos, parece que esse alguém é uma mulher... Não, uma mulher e um homem... Eles chegam na minha frente, minha vista está embaçada, mas consigo reconheçer o homem.

É Bruce.

(Bruce)- Olá Sr. Adolescente Rebelde que não sabe ser discreto. Você realmente acha que ninguém notaria um porra-loca pulando por ai tomando cuidado para não ser pego? Eu te conheço, sei seus metôdos, você é ingenuo ainda. Por isso está aqui. Por isso vai me dizer tudo que quero saber.

A mulher usa uma máscara de couro. Está vestida como uma sadomazoquista. Aquelas pernas não me são estranhas...

(Bruce)- Melhor, você contará para minha amiguinha aqui. Boa sorte garoto.

Ele sai do meu campo de visão. Ficamos eu e a mulher.

(Mulher)- Vamos começar?

Ela começa a puxar meus braços e pernas... E começa a me fazer perguntas... Só consigo pensar em Mona, ela foi presa... Ou até pior... Eu sabia que algo aconteceria, mas tão cedo?

(Mulher)- Para quem você trabalha?

Cada vez que ela fala, sinto Mona mais perto de mim...

(Mulher)- PARA QUEM VOCÊ TRABALHA?

Dor... Muita dor... Mona...

(Mulher)- PARA QUE...

MONA!

(Mulher)- ...?

Por sorte, esses idiotas foram burros o suficiente para me prender com cordas, a mulher puxou muito, a resistência delas está no fim, e os aparatos de metal ajudam no corte. Perfeito.

Mando meus braços para frente, arrebento as cordas que prendiam meus braços. Minhas mãos descem em direção ao pescoço da torturadora, que quase solta um grito de medo, que é sufocado pela supresa e por minhas mãos.

(Galv)- Você!
(Mulher)- Ca... Cof...
(Galv)- Realmente pensou que podia me enganar?!
(Mulher)- E... De...
(Galv)- Me solte, ou morrerá agora.

Solto ela. Ela pega uma lâmina e corta as cordas... Sinto minhas pernas voltando ao lugar...

(Mulher)- Eu... Eu...
(Galv)- Começe tirando a máscara... Mona.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Galv - Batalha na cidade velha - Parte 4

[BOOM]

Desço por fora do prédio. Atiro. Procuro por Bruce. Não acho ele.

Atirar, matar, procurar.

O básico.

Nada que eu nunca havia feito. Então por que estou assim? Era o Bruce. Só ele. Um alvo a mais não faz diferença.

Espero que Mona esteja bem. Isto é um banho de sangue.

(???)- Galv! Saia dessa porra de campo de batalha, venha pra cá!

Corro em direção a voz. Era Stone-Hand.

(S.H.)- Você está louco?! Eu disse para ficar no telhado!!
(Galv)- A coisa agora está pessoal senhor Stone.
(S.H.)- Não quero saber de probleminhas pessoais seu maricas!

Ele diz isso e me levanta pelo pescoço. Me sinto uma folha de papel, maldita luva.

(S.H.)- Esamos entendios?
(Galv)- Sou um freelancer. Um Mercenário. Eu jogo conforme as regras que me ditam. Fique tranquilo.
(S.H.)- Bom saber.

Ele me larga, eu caio. Atrás dele eu vejo alguns homens bem armados, alguns conhecidos, outros não. Ele está pronto para uma guerra de verdade, não uma batalha por um pedaço da cidade.

--

Após um tempo, os soldados controlam a situação. Predem algumas garotas... Não consigo ver Mona no meio, espero que ela esteja bem...

(S.H.)- Galv, venha ao topo do prédio comigo.

Acompanho ele. Ele me aponta um prédio, longe. Grande.

(S.H.)- Eu quero você lá. Tá me entendendo?
(Galv)- O que caralhos é lá?
(S.H.)- O HQ da polícia. Acho que você percebeu que não há somente soldados do lado da polícia.
(Galv)- Que não eram soldados sim... Mas eu não sabia que estavam do lado da polícia.
(S.H.)- Ai ai... É mais fácil do que parece, vou te explicar tudo...

-- Continua --


Após um tempo, eu voltei a escrever as histórias. Espero que gostem delas.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Galv - Batalha pela Cidade Velha - Parte 3 - O novo jogador

(Galv)- Quem você acha que és? Para vir apontando um rifle para a minha nuca?
(???)- Você me conhece muito bem Galv... Já fomos parceiros uma vez...

A simples palavra "parceiros" faz com que eu sinta uma navalha descendo minha garganta e cortando tudo que vê pela frente...

(Galv)- Par... Par... Parceiros??
(???)- Sim... Está lembrado daquela vez no Texas?

---FlashBack---

Banco English Lone - Texas - 14:30

(Galv)- Rápido! Peguem o dinheiro! Não temos tempo para reclamações!
(Capangas)- Ok!
(???)- O que faremos com os reféns?
(Galv)- Não sei... Não vamos mata-los...
(???)- Eles podem virar testemunhas contra nós!
(Galv)- Não faz diferença. Eu não estou pouco me lixando para isso. Daqui 2 dias estarei bem longe daqui...
(???)- Planeja o que Galv?
(Galv)- Basin City... Vou ser Freelancer... E você Bruce?
(Bruce)- Não sei ainda. Acho que vou pegar minha parte e viajar pelo mun...

A policia invade o recinto... Teto... Portas... Janelas... "De onde eles vieram?" eu me perguntava...

(Galv)- Droga! A SWAT!
(Bruce)- Isso não é nada bom...

Um tiroteio é iniciado... Ninguém diferenciava ninguém... Vários mortos... Bandidos... Reféns... Policiais...

(Bruce)- ARGH!
(Galv)- Bruce!

Bruce é atingido no ombro e começa a sangrar muito. Não sabia o que fazer. Continuei atirando feito louco... Bruce perde a conciencia antes que eu consiga chegar perto dele... Os policiais chegam perto dele... Não conseguia ver mais Bruce até ouvir um tiro...

(Galv)- BRUCE!

Meu amigo e parceiro do crime... O único em quem confiei... Estava morto...

---Fim de FlashBack---

(???)- Acho que se lembrou não é meu velho amigo?
(Galv)- Impossível! Bruce está morto!

Sinto ser atingido por um coronhada... Caio de lado...

(???)- Sim! Bruce está morto! Você o matou! Você Galv! VOCÊ!
(Galv)- Não... Bruce... Não é possível...

Vejo o rosto do meu velho amigo... Ele me olhava com uma expressão de ódio... Nunca imaginei que um dia eu encontraria ele... Ainda mais como meu inimigo.

(Galv)- Bru...

Ele me chuta no estômago... Perco a voz.

(???)- Bruce morreu! Agora meu nome é Edix Baranyi Ulmek! O novo barão do crime de Sin City! Nunca pensei que iria te encontrar aqui... Mas, agora que está aqui brincando com seu rifle, matando não por matar, mas sim para equilibrar a luta... Aprenda que isso não é um assalto a banco! Isso não é uma daquelas nossas brincadeiras com armas! Isso é uma guerra! E se não estiver pronto para enfrenta-la... É bom sair andando... Porque se eu te encontrar novamente, espero que seja na batalha, e você sairá carregado dentro de um caixão...

Eu estava tonto... Não conseguia enxergar direito... Não sei para onde ele foi...

Me levanto de vagar, me apoiando em minha arma...

(Galv)- Se é assim... Cof, cof... Então será assim velho amigo... Mas, da próxima vez... Você estará morto de verdade...

E eu pensando que iria ser uma coisa fácil... Como pude ser tão idiota? Meu velho amigo, minha garota, meu dinheiro, minha vida... Tudo está em jogo. Hérois não vencem guerras. Hérois matam os vilões... Então é bom que apareça um aqui. Porque não um até agora.

---Continua---

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Galv - Batalha pela Cidade Velha - Parte 2 - Pelo scope do meu rifle

Chegamos na Cidade Velha por um caminho que nem as garotas conheciam... Vários carros nos acompanham, e outros já nos esperam.

Desço do carro. Encontro muitos outros mercenários com quem eu nunca queria topar denovo, alguns deles já fora meus amigos, e outros eu nem conheço. Isso será uma guerra concerteza.

(S.H.)- Galv, finalmente, espero que tenha se preparado bem.
(Galv)- Tudo que preciso está no carro. Onde conseguiu tudo isso?
(S.H.)- É incrível o que o poder, o medo e o dinheiro pode nos trazer não é Sr. Galv?

Somente faço sinal de "afirmativo" com a cabeça, melhor concordar, ele paga meu salário.

(S.H.)- Estamos na aréa leste da Cidade Velha. Pelo jeito existem mais 2 facções querendo tomar esse lugar.
(Galv)- Quem seriam?
(???)- Um grupo comandado por um ex-militar chamado Edix Baranyi Ulmek. Ele conseguiu dinheiro o suficiente para criar um tipo de milícia muito bem preparada. E temos também a policia e....
(Galv)- 1º Quem é você, e 2º, o que a policia quer aqui?
(???)- Desculpe, eu sou um dos estrategistas contratados por Stone Hand. Meu nome é Paul Jones.
(S.H.)- Vou deixa-los conversando. Tenho que preparar tudo para o ataque... Boa sorte senhores.

Stone Hand entra no meio da multidão e some de vista. Isso não me interessa. O que diabos a policia quer me interessa.

(Paul)- Pelo jeito a policia não vai intervir juridicamente, pelo jeito o chefe Devon quer o controle da Cidade Velha.
(Galv)- Pensei que aquele velho jogasse honestamente.
(Paul)- Eu também.... Bom, vou arrumar as coisas. Boa sorte.
(Galv)- Obrigado...

A noite estava chegando. Os holofotes da Cidade Velha acendem. Eu pego minha maleta no carro, e me sento em um lugar perto da entrada da arena. Isso tudo será uma matança sem tamanho....

Olho para todos os presentes...

Coitados... Eles não tem a mínima chance.


11:30... Já se passaram horas que estou aqui... Todos estão impacientes... Alguns estão só se esquentando... Olhares frios e sem rumo... São mercenários, não temem nada, a morte sempre está com eles... Por que estou surpreso? Tsc, preciso visitar um psicólogo.

(S.H)- SENHORES, AQUI ESTAMOS PARA TOMAR ESSE PEDAÇO DE CHÃO! E LOGO, ESTAREMOS ALI DENTRO! ESTAREMOS NO INFERNO!

Ele fala isso com tanta energia que parece que estará junto com a gente. Covarde. Se esconde atrás do dinheiro e da... "Galv".... Mona. Ouço ela me chamar.... Estou indo Mona... Estou indo.

12:00

Stone abre uma porta, que dá no interior de um prédio. Todos entram.

(S.H.)- Senhores... Após esta porta, estará o que viemos reivindicar.... Uma cidade.... Vão, e dominem...

Os empregados de Stone abrem várias portas laterais e escondidas no chão. Os mercenários vão as montes. No mais puro silêncio....

Eu sou o único que vai diretamente para a rua principal....

Esse lugar já está cheirando a sangue. Nunca isto tão quieto. Acendo um cigarro... Subo em cima de um prédio, abro minha maleta... Monto minha arma... Espero....

O primeiro tiro pode ser ouvido. Vários soldados podem ser vistos chegando do Norte. O que Edix estará tramando?

A policia não dá sinal de vida.

As garotas continuam escondidas. Boas garotas. Deixem eles se matarem. Peguem o resto.... Estou torcendo para o time errado. Quem liga?

12:30

Os soldados chegam.... Pelo menos a metade que sobreviveu às armadilhas feitas pelas garotas e pelos mercenários.

Mercenários e capangas de Stone aparecem do nada, cercam os soldados... Isto esta um pouco desigual...

Pelo scope do meu rifle, eu miro... E atiro. Um soldado à menos... Atiro denovo... Um capanga a menos. Vamos ver, se eu matar mais 4 capangas, isso pode ficar menos desigual não?

Ficou. Agora eu só assisto e atiro no nada... Assim pensam que eu estou partici... Ouço um tiro... Esquerda... Não, atrás...

(???)- Sabia que eu ainda era melhor que você G.

Sinto o calor do cano da arma dele.

(???)- Não tem escapatória agora. Levante-se e vire-se devagar....

Droga....




----CONTINUA----

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Galv - Batalha pela Cidade Velha - Parte 1 - Acordos Pendentes

Eu imagino mais de 40 modos de tirar aquela arma da minha barriga e mirar na cabeça dela. Mas, não ultilizo nenhum deles. Ela está certa. Prometi que iria ajudá-la, e agora sou chamado para trabalhar com o inimigo. Irónico, não?

(Mona)- E então, garanhão? Vai fazer o quê?

Ela pressiona tanto a arma que meu ferimento se abre.

(Galv)- Sabe como eu sou, Mona. Imprevisível. Tenho que... Argh! Pensar no assunto...
(Mona)- Enquanto pensa, que tal sentir uma dor? Isso lhe fará pensar mais rápido...
(Galv)- Hunf...

Tiro a arma dela com um giro; levanto, pego a outra pistola, aponto para a cabeça dela. Ela está imóvel.

(Galv)- Isso dóí muito.
Pego minha roupa.

Vou até uma moto estacionada na frente do lugar onde eu estava. Ligação direta. Até breve Cidade Velha.

...

(Galv)- Alô?
(???)- Sabíamos que você ia ligar, Sr. Galv. Estávamos esperando pela sua ligação. Nos encontre amanhã, no...

...

Meio dia e quinze. Disseram que seria aqui. Um museu.

Entro.

3 salas à esquerda e...

(Homem)- Sr. Galv! Que bom vê-lo aqui! Por favor, me acompanhe, sim?

Sigo o tal homem. Ele me leva à uma sala um tanto insignificante do museu. Uma sala onde ninguém pensaria em entrar. Uma sala "invisível".

(???)- Sr. Galv...
(Galv)- O próximo que me chamar assim morre.
(???)- Me desculpe. É o hábito de estar sempre com pessoas "educadas".

Um homem estranho, em uma poltrona giratória. Seria o chefe deles? Parece muito novo para ser mesmo.

(???)- Finalmente aceitou o meu pedido. Acho que sabe para o que é, certo?
(Galv)- A batalha pela Cidade Velha.
(???)- Hahahaha! Maravilhoso, Sr... Quero dizer, Galv. Vamos começar as apresentações, certo?
Ele se vira.

(???)- Eu sou Stone-Hand.
(Galv)- Stone-Ranch? Isso não fica na Austrália?
(S.H.)- É HAND! HAND!.... Droga. Sabe por que me deram esse "apelido"?
(Galv)- Você tem um rancho cheio de pedras?
(S.H.)- Vou ignorar seu comentário. Esta vendo essa luva?

Ele levanta a mão direita. Uma luva estranha, com uns tubos ligados a seu pulso.

(S.H.)- Ela aumenta a capacidade muscular de uma pessoa. Por exemplo, normalmente um soco meu não arranharia uma parede... Porém...

Ele dá um soco na parede logo atrás dele. Parte da parede é demolida. Fico surpreso.

(S.H.)- Com essa luva, arranhar é difícil, até. Então... Iremos fazer negócios?

Após uma longa conversa, os capangas trazem um tipo de contrato para eu assinar.

(S.H.)- Não se preocupe, isso é para que, se você eventualmente nos trair, estará de pleno acordo que, toda a máfia de Sin City irá te perseguir até sua eventual morte. Que poderá ser feita em praça pública.

Assino.

(Galv)- Aí que é divertido, meu caro Sr. Stone.

Ele me olha com uma certa cautela.

(S.H.)- Ótimo. Fique ligado, Galv. Essa guerra poderá começar a qualquer momento. Esteja preparado. Não será como nas outras vezes. Desta vez, tem muita gente interessada na Cidade Velha, além da máfia e da policia.
(Galv)- Do que está falando?
(S.H.)- Esteja simplismente preparado, Sr. Galv. Não vai ser tão fácil quanto das outras vezes.

...

Bom, agora é só elaborar o plano e ir às compras. Precisarei de armas novas. E muita, muita munição. Isso vai ser um massacre. O sangue vai ser tanto que refletirá no céu e o deixará vermelho.

...

(Galv)- Quero munição para essas duas também.
(Vendedor)- Vai à alguma festa?
(Galv)- Vai ter tanta gente que vai parecer mais uma reunião. Só que com tiros.
(Vendedor)- Hahaha. Você e seu incrível senso de humor... Aqui está, tudo fica uns...
(Galv)- Com o que eu vou ganhar lá, dá para comprar outra loja dessas. Bota tudo na minha conta.
(Vendedor)- Ok. Boa sorte.
(Galv)- Vou precisar.

...

Já se passaram 4 semanas. E nada, até que meu celular toca.

(Galv)- Sim?
(S.H.)- É agora. Esteja pronto. Vou lhe dar as coordenadas. Prepare-se para a matança.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

John Blaze - Nada com um dia após o outro

Um dia depois estou de volta à delegacia. Nada mudou. Lembro de como levaram os corpos da minha família.

Matei por querer.

Coisa que nunca fiz.

...

(Mike)- EI! BLAZE! Se anime! Você acabou de ser promovido!
(John)- Promovido?
(Mike)- Você está agora na Força Tatíca de Basin City!
(John)- Deste quando temos isso?
(Mike)- Deste que o senador Edward Billsen criou isso.
(John)- Billsen? Aquele ani...
(Mike)- Tem gente nova que trabalha pra ele ai ou "Frank Castle".
(John)- Droga. Tenho que falar com o chefe?
(Mike)- Não. Lógico né.
(John)- Te vejo mais tarde então.

Vou até o fim da delegacia. Entro na sala do chefe.

Chefe de policia Jack Devon. Antes foi "o cara" na policia. Agora só fica com essa bunda gorda sentada nessa cadeira, vendo sua carreira ir pro lixo.

(Devon)- John! Que bom. Sente-se.

Me sento em uma cadeira à frente da mesa.

(Devon)- Antes de tudo. Lamento pela sua família.
(John)- Não lamente.
(Devon)- Bom, aqui estão seus documentos, assine aqui.

Ele me dá uma caneta. Leio o documento. É um transferencia, da policia, para o tal "esquadrão" do senador Billsen.

Assino.

(Devon)- Ótimo. Pegue suas coisas, você será levado imediatamente por um viatura até seu novo apartamento.
(John)- Novo... Aparta...
(Devon)- Precisam revistar sua casa.
(John)- Sim. Obrigado.
(Devon)- Cuide-se.
(John)- Digo o mesmo.

Saio dali, pego minha mochila com minhas coisas. Vou até a viatura. Faz frio em Basin City.

Vou embora. Adeus delegacia velha e suja. Olá trabalho bom e que rende.

Chego no apartamento. É limpo e bonito. Bem imobiliado. Jogo minha mochila na cama. Já tem roupas para mim no Armário. Estranho.

Vou para o terreo. Lá estão outros policiais. Devem ser do esquadrão.

(Policial)- Olá, você deve ser o Sr. Blaze não é? Eu sou Carlos Nigel.
(John)- Olá. Sim.
(Carlos)- Eu serei seu parceiro.
(John)- Parcei...
(Carlos)- Também não entendi. Mas, são ordens do Senador.

Continuamos a conversa. Parece um bom ínicio de parceria e de trabalho. Está bem. Está um pouco estranho, concordo. Mas, se eu entrar nessa força tática. Poderei encontrar o mandante do assasinato da minha família mais rápido. Isso vai acabar mais rápido. Pelo menos... Eu espero.

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Sim, a história foi curta. Isso foi para deixa-los um pouco ansiosos. E digo: John não tera uma vida fácil. Não mais.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Galv - Entrando fundo demais

Meu quarto se encolhe em dúvidas. Estou perdido. O que fazer? Ligar? Não ligar?

Quando estou perdido assim só tem uma pessoa que me ajuda. Mona.

Pego minhas armas e meu sobre-tudo. Meus cigarros e meu óculos. Monto em minha moto. Parto para a cidade velha.

A cidade velha é um império. E as meninas são as impératrises do lugar. A polícia não manda nada lá. Se vai. Tem que gastar grana. Se não for. Elas botam ele para correr. Se tiver dinheiro elas podem realizar todos os seus mais pervertidos sonhos... Mais se vier com gracinha, elas realizam seus piores pesadelos.

No caminho um policial decide me seguir. Não ligo. Ele não vai muito longe. Porém algo estava errado. Ele estava atrás de mim mais não avançava. O que estava acontecendo?

Bato em algo. Me distraí muito. Olho para trás. É um carro da policia. Outro. São 6 policiais. Todos mirando para a minha cabeça.

(Policial)- Parado Galv! Já sabemos de seus crimes! Mãos na cabeça ou vamos abrir fogo!
(Galv)- Eu vou abrir o fogo da sua mãe policial sujo.

Pego minhas pistolas. Mais é tarde. Já fui atingido em 3 lugares diferentes.

Não preciso ser profissional. Não preciso economizar. Não preciso ser discreto. Não mais.

Atiro. Feito um louco. Mato eles. Sinto uma dor. Uma bolha de sangue saí da minha boca. Fui atingido. Muito aliás. Pego um dos carros da policia. Vou para a cidade velha.

Mal chego e já quase levo tiro. Se não fosse a porta frouxa e meu peso morto. Caio no chão. O carro segue caminho e bate em um prédio que já foi uma empresa e hoje é um bordel.

Sangro. Vejo as meninas. Nenhuma se mexe. Algumas querem me finalizar. Ótimo. Mexo no meu bolso. Tiro o cartão. Isso nunca acontece. Cartão diabólico de merda!

Minha visão se estremesse. Escurece.

Acordo com um par de seios lindos segurados por um sutiã rosa no meu rosto. Morri? Estou no céu?

(Voz feminina)- Onde consiguiu se ferrar assim Galv? Isso nunca acontece.

Não morri. Não é o céu. Lamento por isso.

(Voz feminina)- Eu sei que acordou. Fale algo.
(Galv)- Minha cabeça doí.
(Voz feminina)- Você usou ela para abrir um buraco no chão após cair da viatura "Clark Kent". Estou fazendo um curativo.... Pronto.

Os seios dela saem do meu rosto. É Mona.

(Mona)- Chegou em ótima hora héroi.
(Galv)- Mona, preciso conver...
(Mona)- Não há tempo para isso. Estamos em alerta máximo.

Por isso quase me mataram mesmo sabendo quem sou.

(Galv)- O que está acontecendo?
(Mona)- A máfia está matando nossas garotas. Uma a uma. Eles chegam na cidade disfarçados e matam as que liberam o jogo para eles. Porcos filhos de uma puta gorda e imunda.

A máfia. Odeio ela. Mesmo já tendo trabalhado para ela. Ela rende muito.

(Mona)- Estão contratando qualquer um que saiba atirar. Eles vem. Procuram serviço. Matam. Vão.

Será esse o trabalho que aqueles homens me ofereçeram?

Olho o cartão. Dou a Mona.

(Galv)- Seria esse o telefone dele?

Mona gela.

(Mona)- Você aceitou o serviço Galv?
(Galv)- Não. Ainda não.
(Mona)- Se aceitar. Eu te mato na batalha.
(Galv)- Batalha?
(Mona)- A Batalha pela Cidade Velha.

A máfia declarou a guerra. Isso vai explodir em caos.

(Mona)- Então? De qual lado vai ficar? Do nosso....

Ela passa a mão no meu rosto. Ela sabe convercer um homem. Mais sabe que não é assim comigo.

(Mona)- Ou do lado deles?

Ela aperta uma de minhas pistolas contra minha barriga. Bem onde tinha uma bala. Dor. Sangue.

(Mona)- Eim?