Meu quarto se encolhe em dúvidas. Estou perdido. O que fazer? Ligar? Não ligar?
Quando estou perdido assim só tem uma pessoa que me ajuda. Mona.
Pego minhas armas e meu sobre-tudo. Meus cigarros e meu óculos. Monto em minha moto. Parto para a cidade velha.
A cidade velha é um império. E as meninas são as impératrises do lugar. A polícia não manda nada lá. Se vai. Tem que gastar grana. Se não for. Elas botam ele para correr. Se tiver dinheiro elas podem realizar todos os seus mais pervertidos sonhos... Mais se vier com gracinha, elas realizam seus piores pesadelos.
No caminho um policial decide me seguir. Não ligo. Ele não vai muito longe. Porém algo estava errado. Ele estava atrás de mim mais não avançava. O que estava acontecendo?
Bato em algo. Me distraí muito. Olho para trás. É um carro da policia. Outro. São 6 policiais. Todos mirando para a minha cabeça.
(Policial)- Parado Galv! Já sabemos de seus crimes! Mãos na cabeça ou vamos abrir fogo!
(Galv)- Eu vou abrir o fogo da sua mãe policial sujo.
Pego minhas pistolas. Mais é tarde. Já fui atingido em 3 lugares diferentes.
Não preciso ser profissional. Não preciso economizar. Não preciso ser discreto. Não mais.
Atiro. Feito um louco. Mato eles. Sinto uma dor. Uma bolha de sangue saí da minha boca. Fui atingido. Muito aliás. Pego um dos carros da policia. Vou para a cidade velha.
Mal chego e já quase levo tiro. Se não fosse a porta frouxa e meu peso morto. Caio no chão. O carro segue caminho e bate em um prédio que já foi uma empresa e hoje é um bordel.
Sangro. Vejo as meninas. Nenhuma se mexe. Algumas querem me finalizar. Ótimo. Mexo no meu bolso. Tiro o cartão. Isso nunca acontece. Cartão diabólico de merda!
Minha visão se estremesse. Escurece.
Acordo com um par de seios lindos segurados por um sutiã rosa no meu rosto. Morri? Estou no céu?
(Voz feminina)- Onde consiguiu se ferrar assim Galv? Isso nunca acontece.
Não morri. Não é o céu. Lamento por isso.
(Voz feminina)- Eu sei que acordou. Fale algo.
(Galv)- Minha cabeça doí.
(Voz feminina)- Você usou ela para abrir um buraco no chão após cair da viatura "Clark Kent". Estou fazendo um curativo.... Pronto.
Os seios dela saem do meu rosto. É Mona.
(Mona)- Chegou em ótima hora héroi.
(Galv)- Mona, preciso conver...
(Mona)- Não há tempo para isso. Estamos em alerta máximo.
Por isso quase me mataram mesmo sabendo quem sou.
(Galv)- O que está acontecendo?
(Mona)- A máfia está matando nossas garotas. Uma a uma. Eles chegam na cidade disfarçados e matam as que liberam o jogo para eles. Porcos filhos de uma puta gorda e imunda.
A máfia. Odeio ela. Mesmo já tendo trabalhado para ela. Ela rende muito.
(Mona)- Estão contratando qualquer um que saiba atirar. Eles vem. Procuram serviço. Matam. Vão.
Será esse o trabalho que aqueles homens me ofereçeram?
Olho o cartão. Dou a Mona.
(Galv)- Seria esse o telefone dele?
Mona gela.
(Mona)- Você aceitou o serviço Galv?
(Galv)- Não. Ainda não.
(Mona)- Se aceitar. Eu te mato na batalha.
(Galv)- Batalha?
(Mona)- A Batalha pela Cidade Velha.
A máfia declarou a guerra. Isso vai explodir em caos.
(Mona)- Então? De qual lado vai ficar? Do nosso....
Ela passa a mão no meu rosto. Ela sabe convercer um homem. Mais sabe que não é assim comigo.
(Mona)- Ou do lado deles?
Ela aperta uma de minhas pistolas contra minha barriga. Bem onde tinha uma bala. Dor. Sangue.
(Mona)- Eim?
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